quarta-feira, 30 de setembro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Novos paradigmas sobre a vacinação V
O meu espírito questionador me leva a lugares inesperados!
Em um fórum de discussão, a proprietária de um pit bull, parecia estar bastante preocupada porque ninguém conseguia vacinar seu cão. Ele não cedia, nem mesmo à sedação.
O que eu fiz? Sugeri o protocolo vacinal da Drª Jean Dodds, ora bolas! Para que tanto stress se a vacinação trienal é eficaz?
A resposta dos vets representam o que escuto da maioria dos vets:
"Isso não é válido no Brasil."
Em um fórum de discussão, a proprietária de um pit bull, parecia estar bastante preocupada porque ninguém conseguia vacinar seu cão. Ele não cedia, nem mesmo à sedação.
O que eu fiz? Sugeri o protocolo vacinal da Drª Jean Dodds, ora bolas! Para que tanto stress se a vacinação trienal é eficaz?
A resposta dos vets representam o que escuto da maioria dos vets:
"Isso não é válido no Brasil."
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Novos Paradigmas sobre Vacinação
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
O Corticóide
Corticóide (ou corticosteróide) é o nome de um grupo de hormônios produzidos por uma glândula localizada acima dos rins, a supra-renal, ou, então, por derivados sintéticos destas, produzidos pela indústria farmacêutica.

O corticóide pode, ainda, ser classificado em glicocorticóide e mineralocorticóide.
Mas, é sobre os glicocorticóides que eu quero falar. Eles possuem ação anti-inflamatória potente e imunossupressora. E, possuem efeito bastante interessante nas doenças auto-imunes.
O nome comercial deles pode ser: METICORTEN (prednisona), DECADRON (deflazacort), CELESTONE (dexametasona), BETA-TRINTA (betametasona), FLEBOCORTID (hidrocortisona).
O corticóide atua impedindo a formação de imunocomplexos que desencadeiam a reação inflamatória. Por isso, eles são considerados anti-inflamatórios potentes.
O maior problema é que não são específicos ao impedir a formação de imunocomplexos, portanto, eles também atuam de maneira a predispor o organismo do indívíduo a infecções oportunistas.
Infecções oportunistas frequentes = sarna demodécica, piodermite, infecção por fungos.
O efeito de UM comprimido é tão prolongado que, quando tenho que usar por aqui, em casos extremos, o frenchiezinho fica fora do programa reprodutivo 2 meses após a utilização da medicação e nos 2 meses seguintes, não aplicamos nenhuma vacina também!
Justamente por sua ação imunossupressora, é a medicação utilizada nas doenças auto-imunes.
Incrivelmente, a utilização dos corticóides tem sido usada de maneira deliberada na medicina veterinária, em cães adultos e filhotes, pelas razões mais variadas possíveis: picada de pernilongo (sem sinal de anafilaxia), coceira, dor, infecções na pele (!), quando não se encontra nenhuma causa aparente para um problema vigente, mas deseja-se eliminar os sintomas (!)...
Preciso deixar claro que não sou contra a utilização dos corticóides!
Sou contra a utilização não criteriosa desta medicação.
Aliás, graças a ele (a Deus e a meu pai), hoje estou aqui, vivinha da silva, escrevendo este post: em 1985, de férias em Florianópolis, tive edema de glote depois de comer muitoooooo catchup. A injeção de corticóide resolveu o problema...
Na medicina humana existe muita cautela com corticóide - pelo menos pelos médicos que assistem minha família.
Dos meus 3 filhos, 2 são alérgicos, como eu. Mas, NUNCA foi prescrito corticóide oral a eles - e o mais velho está com 14 anos. Felizmente, também existe um creme dermatológico com efeitos similares ao do corticóide, que não é corticóide.
Será que não funciona em cães?
Bem, eu perguntei a um vet e ele nem sabia que existia. Eu permaneço com essa dúvida...
Quem sabe você não pergunta para o seu e posta a resposta aqui no blog?
O nome do princípio ativo do medicamento é PIMECROLIMUS. O nome comercial é ELIDEL e já estão comercializando na forma genérica.
:)

O corticóide pode, ainda, ser classificado em glicocorticóide e mineralocorticóide.
Mas, é sobre os glicocorticóides que eu quero falar. Eles possuem ação anti-inflamatória potente e imunossupressora. E, possuem efeito bastante interessante nas doenças auto-imunes.
O nome comercial deles pode ser: METICORTEN (prednisona), DECADRON (deflazacort), CELESTONE (dexametasona), BETA-TRINTA (betametasona), FLEBOCORTID (hidrocortisona).
A minha idéia em escrever este post veio pelo seguinte motivo:
POR QUE ALGUNS VETS ADORAM PRESCREVER CORTICÓIDE?
POR QUE ALGUNS VETS ADORAM PRESCREVER CORTICÓIDE?
O corticóide atua impedindo a formação de imunocomplexos que desencadeiam a reação inflamatória. Por isso, eles são considerados anti-inflamatórios potentes.
O maior problema é que não são específicos ao impedir a formação de imunocomplexos, portanto, eles também atuam de maneira a predispor o organismo do indívíduo a infecções oportunistas.
Infecções oportunistas frequentes = sarna demodécica, piodermite, infecção por fungos.
O efeito de UM comprimido é tão prolongado que, quando tenho que usar por aqui, em casos extremos, o frenchiezinho fica fora do programa reprodutivo 2 meses após a utilização da medicação e nos 2 meses seguintes, não aplicamos nenhuma vacina também!
Justamente por sua ação imunossupressora, é a medicação utilizada nas doenças auto-imunes.
É uma medicação TARJA PRETA para mim!
Incrivelmente, a utilização dos corticóides tem sido usada de maneira deliberada na medicina veterinária, em cães adultos e filhotes, pelas razões mais variadas possíveis: picada de pernilongo (sem sinal de anafilaxia), coceira, dor, infecções na pele (!), quando não se encontra nenhuma causa aparente para um problema vigente, mas deseja-se eliminar os sintomas (!)...
Preciso deixar claro que não sou contra a utilização dos corticóides!
Sou contra a utilização não criteriosa desta medicação.
Aliás, graças a ele (a Deus e a meu pai), hoje estou aqui, vivinha da silva, escrevendo este post: em 1985, de férias em Florianópolis, tive edema de glote depois de comer muitoooooo catchup. A injeção de corticóide resolveu o problema...
Na medicina humana existe muita cautela com corticóide - pelo menos pelos médicos que assistem minha família.
Dos meus 3 filhos, 2 são alérgicos, como eu. Mas, NUNCA foi prescrito corticóide oral a eles - e o mais velho está com 14 anos. Felizmente, também existe um creme dermatológico com efeitos similares ao do corticóide, que não é corticóide.
Será que não funciona em cães?
Bem, eu perguntei a um vet e ele nem sabia que existia. Eu permaneço com essa dúvida...
Quem sabe você não pergunta para o seu e posta a resposta aqui no blog?
O nome do princípio ativo do medicamento é PIMECROLIMUS. O nome comercial é ELIDEL e já estão comercializando na forma genérica.
:)
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domingo, 27 de setembro de 2009
Sob o céu de Libra
Parabéns aos meus amores, os 3 lindos aniversariantes de hoje!
♥ Akin, Bela e Leo ♥

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sábado, 26 de setembro de 2009
Novos paradigmas sobre a vacinação IV
ADEQUANDO PROTOCOLOS
Geralmente, quando escrevo, considero que os pets são como os meus: com história conhecida, bem alimentados, bem cuidados e saudáveis.
Para um cãozinho que foi amamentado pela mãe (que é bem alimentada, vacinada e saudável), que não reside em área epidêmica ou não há surto epidêmico de nenhuma doença canina, entendo que o protocolo da Drª Jean Dodds é perfeito.
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Novos Paradigmas sobre Vacinação
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Novos paradigmas sobre a vacinação III
COMPARANDO PROTOCOLOS
>> O Protocolo Vacinal utilizado em nosso país
Vacina V8 ou V10 (cinomose, parvovirose, hepatite infeccioosa, adenovirose II, parainfluenza, coronavirose, leptospirose)
- Entre 6,5 e 8,5 semanas de vida: 1ª dose da V8 ou V10
- Entre 10,5 e 12, 5 semanas de vida: 2ª dose da V8 ou V10
- Entre 14,5 e 16,5 semanas de vida: 3ª dose da V8 ou V10
(considerando que o intervalo entre cada dose é de 4 semanas)
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Novos paradigmas sobre a vacinação II
A vacina múltipla para cães (V8 e V10) protege contra várias doenças:
- Cinomose
- Parvovirose
- Adenovirose tipo I
- Adenovirose tipo II ou Hepatite Infecciosa
- Parainfluenza
- Coronavirose
- Leptospirose
- Cinomose
- Parvovirose
- Adenovirose tipo I
- Adenovirose tipo II ou Hepatite Infecciosa
- Parainfluenza
- Coronavirose
- Leptospirose
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Notícias do Tank
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terça-feira, 22 de setembro de 2009
Novos paradigmas sobre a vacinação I
Não foi despropositadamente que fiz a seguinte citação em um post passado:
"...Eu gostaria de conscientizá-los que todas as 27 (vinte e sete) escolas de veterinária na América do Norte estão em processo de mudança de seus protocolos para vacinar cães e gatos. Algumas dessas informações serão um desafio ético e econômico para os veterinários, e haverá os céticos. Algumas multinacionais firmaram um compromisso político, sugerindo a vacinação a cada 3 anos temendo a perda de renda versus alguns políticos preocupados com potenciais efeitos colaterais. Entretanto, a política, os hábitos ou o bem-estar econômico dos médicos veterinários não deveriam ser fatores decisivos... "
domingo, 20 de setembro de 2009
Amar dá certo
Adivinhe o que há de comum entre esses dois cães?

Nada, além do fato de ambos serem cães.
Este é um animal doente, sujo, que vive nas ruas. Com aspecto repulsivo, fedorento, com sarna.
Também, com sede, e certamente, com muita fome.
Ninguém quer um animal como este por perto.
Este cão anda sem rumo, não quer a proximidade de ninguém. Não responde a estímulos, não responde se for chamado.Peso: 7 kg
Temperamento: desconfiado e hostil.


Ao contrário, este cãozinho, é amigável e tem saúde.
Farofa responde quando é chamado. Adora o dono dele!Quando passa na rua, as crianças aparecem para fazer carinho, porque ele é fofinho.
Peso: 17 kg
Temperamento: dócil e brincalhão
Farofa conhece a coleira e adora passear. Tem caminha, casinha e brinquedos!
Eles não tem nada mesmo em comum, apesar de estarmos falando do mesmo cão, fotografados em épocas diferentes.
Parabéns à Drª Flávia Tavares, veterinária, e ao seu humano de estimação, Alberto, que o adotou, qando ele não estava tão visivelmente lindo como hoje! Obrigada à mamãe do Bandit que me enviou este lindo e-mail!
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sábado, 19 de setembro de 2009
Marciano da Silva e a Drª Jean Dodds
Depois de quase um ano internado, um adolescente infectado pelo vírus da raiva vai deixar o hospital em Pernambuco. É o primeiro caso de cura da doença no Brasil e o 3º no mundo.
Marciano da Silva, de 16 anos, foi infectado pela raiva ao ser mordido por um morcego e ficou cerca de um ano internado em um hospital de Recife. Graças a um tratamento experimental, desenvolvido nos Estados Unidos, ele tornou-se o primeiro caso brasileiro de cura da doença, considerada letal.
Marciano da Silva, de 16 anos, foi infectado pela raiva ao ser mordido por um morcego e ficou cerca de um ano internado em um hospital de Recife. Graças a um tratamento experimental, desenvolvido nos Estados Unidos, ele tornou-se o primeiro caso brasileiro de cura da doença, considerada letal.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Florais para Cães
Há bastante tempo utilizo a terapia floral em meus cães.
Há vários tipos de florais - Florais de Bach, Florais Australianos, Florais de Minas, Florais Californianos, etc. Utilizo apenas os Florais de Bach.
Meu caso mais incrível, com a utilização de florais foi a Bela. Ela chegou até nós bastante estressada e assustada. Em poucos dias desenvolveu um quadro de vômitos que durou meses e gastamos muito, sem sucesso algum para diagnosticar o problema.
Como eu já tinha experiência prévia em utilizar Florais de Bach em meus pacientes no consultório odontopediátrico, resolvi utilizar na Belinha. Pareceu mágica... em 48h o quadro de vômitos parou e nunca mais recidivou.
Desde então, tenho utilizado os florais, com muito sucesso, em meus cães e nos filhotes, em situações como: ciúme excessivo, dificuldade no aprendizado, medo, ansiedade, nascimento (nascer é um trauma!), ida para um novo lar, etc.
Mas, eu não sou a única a utilizar os florais em meus frenchies e me beneficiar com sua utilização. Olhem o Tom e a Iaiá tomando floral. Que lindo!


Há vários tipos de florais - Florais de Bach, Florais Australianos, Florais de Minas, Florais Californianos, etc. Utilizo apenas os Florais de Bach.
Meu caso mais incrível, com a utilização de florais foi a Bela. Ela chegou até nós bastante estressada e assustada. Em poucos dias desenvolveu um quadro de vômitos que durou meses e gastamos muito, sem sucesso algum para diagnosticar o problema.
Como eu já tinha experiência prévia em utilizar Florais de Bach em meus pacientes no consultório odontopediátrico, resolvi utilizar na Belinha. Pareceu mágica... em 48h o quadro de vômitos parou e nunca mais recidivou.
Desde então, tenho utilizado os florais, com muito sucesso, em meus cães e nos filhotes, em situações como: ciúme excessivo, dificuldade no aprendizado, medo, ansiedade, nascimento (nascer é um trauma!), ida para um novo lar, etc.
Mas, eu não sou a única a utilizar os florais em meus frenchies e me beneficiar com sua utilização. Olhem o Tom e a Iaiá tomando floral. Que lindo!


Foto enviada pela mamãe do Tom e da Iaiá, super praticante da posse responsável.
Livro que a mamãe do Tom e da Iaiá recomenda:
Florais para cães - Jackline Pinto
butterfly editora - www.flyed.com.br - 11-2684-9392
Florais para cães - Jackline Pinto
butterfly editora - www.flyed.com.br - 11-2684-9392
Uma história real: Problemas de pele

Estava googleando sobre o tema "sarna demodécica" para esta postagem, quando encontrei este texto:
Compramos um Bulldog em 24 de janeiro desse ano, inicialmente ele parecia saudável, tinha uma bela aparência, porém no quarto dia em que estava conosco apareceu em sua testa, entre as rugas, uma pequena ferida e em suas costas alguns caroços amarelados que pareciam ser uma secreção da pele.
A Veterinária que procuramos disse que ele estava com dermatite "úmida", fizemos o tratamento, mas ele começou a perder pêlo em algumas partes do corpo, e nestas partes a pele "descascava" e surgiam pequenas bolinhas vermelhas.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Sarna Demodécica e pérolas do Google
Para ler, Sarna Demodécica - Desmistificando um Mito, clique aqui.
Para ler, O Blog Responde! Sarna Demodécica, clique aqui.
Sempre que escrevo sobre este tema aqui no blog, chovem e-mails para mim.
Portanto, fiquei curiosa em saber porque existem tantos equívocos sobre o tema e resolvi "googlear" o assunto.
Portanto, GOOGLE em "Sarna demodécica" e, aqui estão os erros mais grotescos e super-hiper-mega-ultra-giga frequentes sobre o tema:
"A sarna demodécica, também conhecida por demodecicose ou sarna negra, é causada pelo ácaro Demodex Canis, que faz parte da fauna natural presente na pele de todos os cães."
Honestamente, dizer que o demodex faz parte da flora - e não da microbiota - ainda é admissível. Mas, da "fauna natural"!?! De onde tiraram isso?
"Um animal pode contrair a sarna demodécica através do leite materno, nos primeiros dias de vida, se a fêmea que estiver contaminada pelo ácaro."
Os cães não contraem sarna demodécica. Os cães adquirem o demodex através da mãe.
A cadela não está "contaminada" pelo ácaro. O ácaro faz parte da microbiota normal da pele/pelo da cadela.
Os filhotes adquirem o demodex canis naturalmente pelo contato com a mãe, assim como também, adquirem muitos fungos e bactérias. Isso, é normal e esperado.
--> Encontrei muitos, muitos, muitos textos na internet cometendo o equivoco aqui citado.
"O desenvolvimento da demodicose está relacionado a uma herança genética."
O desenvolvimento da demodicose está relacionado a baixa de imunidade. A baixa de imunidade pode ser desencadeada por fatores exógenos ou predisposição genética a deficiência imunológica.
--> A maioria absoluta dos textos omite o fato de que a demodicose pode ocorrer por flutuações de imunidade não relacionadas a causas genéticas. São elas: infância, cio, 3ª idade, carência nutricional, stress, doenças, como neoplasias, hipotireoidismo, diabete, leishmaniose, entre outras.
Afirmações tão errôneas, na internet, levam as pessoas a terem dúvidas muito equivocadas, como essas:
- Se a cadela fizer uma cesárea e não amamentar os filhotes, não livraria os filhotes do problema? Talvez sim, mas a que custo?
- No caso de machos, não há como passar a sarna demodécica para os filhotes, né? Se a doença estiver relacionada com diminuição de imunidade por fatores genéticos, o genoma paterno também pode estar relacionado com a transmissão da doença!
Para ler, O Blog Responde! Sarna Demodécica, clique aqui.
Sempre que escrevo sobre este tema aqui no blog, chovem e-mails para mim.
Portanto, fiquei curiosa em saber porque existem tantos equívocos sobre o tema e resolvi "googlear" o assunto.
Portanto, GOOGLE em "Sarna demodécica" e, aqui estão os erros mais grotescos e super-hiper-mega-ultra-giga frequentes sobre o tema:
"A sarna demodécica, também conhecida por demodecicose ou sarna negra, é causada pelo ácaro Demodex Canis, que faz parte da fauna natural presente na pele de todos os cães."
Honestamente, dizer que o demodex faz parte da flora - e não da microbiota - ainda é admissível. Mas, da "fauna natural"!?! De onde tiraram isso?
"Um animal pode contrair a sarna demodécica através do leite materno, nos primeiros dias de vida, se a fêmea que estiver contaminada pelo ácaro."
Os cães não contraem sarna demodécica. Os cães adquirem o demodex através da mãe.
A cadela não está "contaminada" pelo ácaro. O ácaro faz parte da microbiota normal da pele/pelo da cadela.
Os filhotes adquirem o demodex canis naturalmente pelo contato com a mãe, assim como também, adquirem muitos fungos e bactérias. Isso, é normal e esperado.
--> Encontrei muitos, muitos, muitos textos na internet cometendo o equivoco aqui citado.
"O desenvolvimento da demodicose está relacionado a uma herança genética."
O desenvolvimento da demodicose está relacionado a baixa de imunidade. A baixa de imunidade pode ser desencadeada por fatores exógenos ou predisposição genética a deficiência imunológica.
--> A maioria absoluta dos textos omite o fato de que a demodicose pode ocorrer por flutuações de imunidade não relacionadas a causas genéticas. São elas: infância, cio, 3ª idade, carência nutricional, stress, doenças, como neoplasias, hipotireoidismo, diabete, leishmaniose, entre outras.
Afirmações tão errôneas, na internet, levam as pessoas a terem dúvidas muito equivocadas, como essas:
- Se a cadela fizer uma cesárea e não amamentar os filhotes, não livraria os filhotes do problema? Talvez sim, mas a que custo?
- No caso de machos, não há como passar a sarna demodécica para os filhotes, né? Se a doença estiver relacionada com diminuição de imunidade por fatores genéticos, o genoma paterno também pode estar relacionado com a transmissão da doença!
Sarna demodécica - ou demodicose ou sarna negra - é a questão mais polêmica e controversa da dermatologia veterinária.
Não existem respostas 100% prontas!
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Luxação de Patela em Frenchies
A patela é, também, conhecida como rótula.
O sulco presente na extremidade do fêmur (sulco troclear) permite que a patela deslize de cima para baixo quando a articulação se flexiona. Desta forma, a patela guia a ação do músculo quadriceps da coxa, na parte inferior da perna.
O ligamento patelar controla a extensão dos movimentos patelares.
A patela também protege a articulação do joelho.
O sulco presente na extremidade do fêmur (sulco troclear) permite que a patela deslize de cima para baixo quando a articulação se flexiona. Desta forma, a patela guia a ação do músculo quadriceps da coxa, na parte inferior da perna.
O ligamento patelar controla a extensão dos movimentos patelares.
A patela também protege a articulação do joelho.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
O yorkshire "bibelô"
O pouco que sei sobre os peludinhos yorks, já é o bastante para saber que eu não seria a pessoa ideal para criar essa raça. Felizmente, as criadoras Christiane Figueredo e Cátia Pampolini o fazem muito bem.
PARTE I:
Tenho uma cunhada bacanérrima e ela é dessas pessoas que descobre tudo, inclusive onde qualquer coisa (roupa, sapato, bolsa, tapete, planta, móveis, etc., etc. e etc. mesmo), com os melhores preços e boa qualidade estão sendo vendidos.
Há algumas semanas atrás, eu a levei a um destes lugares que ela descobriu e chegando lá, minha surpresa: a proprietária do lugar estava com uma cadelinha da raça shitzu grávida. A cadela estava suja, com 2 lacinhos vermelhos na cabeça... Antipatizei de cara. Criadora de fundo de quintal.
Para piorar a situação, enquanto estava lá, recebi a ligação de alguém querendo informações sobre meus frenchie-filhotes, então expliquei como trabalho, sobre a seleção de futuros proprietários, etc.
Bastou eu falar isso para a dona da loja saltar sobre mim e perguntar: "Ah, você também é vendedora de cachorro? Eu agora quero comprar um yorkshire bibelô, mas esse não vou cruzar não, é para minha filha de 5 anos. "
Sangue de Jesus tem poder!!! Quase tive um piripaque. Achei melhor não explicar muito o meu trabalho de melhoramento genético da raça, acho que estava além do poder de compreensão da moça. Apenas sugeri não comprar o yorkshire bibelô porque eles "quebram" à toa, ainda mais nas mãos de uma criança de 5 anos...
PARTE II:
Aconteceu com uma veterinária que conheço.
Ela estava na Feira Hippie, que acontece todos os domingos, na Av. Afonso Pena, em BH. Bem em frente ao Othon Palace Hotel, havia uma figurinha chamada Alex, carregando um filhote de yorkshire, dizendo que aquele tratava-se de um "yorkshire bibelô" de 2 meses de idade.
Minha amiga veterinária aproximou-se da multidão que cercava o rapaz e viu que o cachorrinho estava usando vestidinho, chapeuzinho e sapatinho. Um mimo...
Ela pediu para ver aquele "mimo" e constatou que a fontanela (moleira) do cachorrinho estava bem aberta, o cãozinho mal podia enxergar e, pasmem, não possuía nenhum dente! (sim, o tal Alex permitiu que ela abrisse a boca do cãozinho com a mão "suja de Feira Hippie")
Na mesma hora, ela mandou chamar a polícia porque o rapaz estava alí enganando aquelas pessoas. O cãozinho não tinha nem 30 dias de vida... O rapaz fugiu.
Há uma tendência muito grande em miniaturizar as raças caninas para atender uma demanda COMERCIAL. Cães pequenininhos comem pouco, o xixi deles é minúsculo, o cocô idem e eles latem baixinho.
O grande problema é que não há como investir em filhotes saudáveis se a única característica que se deseja selecionar é o tamanho/peso da prole.
Muitas pessoas não sabem, mas não existe o poodle mini ou micro (nem sei qual é nome que inventaram para o pobrezinho). O tamanho mínimo admitido para o poodle, segundo o padrão da raça, é 24 cm. Aqueles cãezinhos com 10 cm de altura e 2kg de peso são doentes! Apresentam uma anomalia estrutural, mas são vendidos como "preciosidades".
A mesma coisa está acontecendo com o yorkshires "bibelôs". Estão acasalando pais pequenos "anômalos" e obtendo filhos doentes, como se isso fosse uma vantagem.
Aqueles que procriam cães, miniaturizando filhotes não estão promovendo o desenvolvimento da raça. Estão DEGENERANDO as raças caninas e, por isso, devem ser denunciados aos órgãos responsáveis. Estão prestando um desserviço às cinofilia, por não estarem contribuindo com o melhoramento genético da criação de cães. Obviamente, possuem interesse puramente comercial.
Para fazer qualquer denúncia, escreva para:
---> Em Belo Horizonte e Grande BH:
Kennel Clube da Grande BH
Rua da Bahia 1148 - Sala 1141
Belo Horizonte - MG
CEP 30.160-906
---> Para quem não reside na Grande BH:
Conselho Disciplinar da CBKC
Rua Newton Prado, 74 - Bairro São Cristovão
Rio de Janeiro - RJ
CEP 20.930-445
Envie os seguinte documentos:
- os nomes, prenomes, estado civil, profissão, qualificação e domicílio do representante e do representado;
- a prova da capacidade do representante, que pode ser feita por meio de cópia de documento de identidade;
- o histórico dos fatos;
- o rol das testemunhas, quando houver, e as sua qualificação;
- indicação das provas com que o representante pretende demonstrar a verdade dos fatos alegados;
- o pedido, com as suas especificações, de forma clara e expressa.
De acordo com a padrão oficial da raça, o yorkshire deve pesar até 3,1 kg. Os "bibelôs" pesam em torno de 0,5 e 1,0 kg. Cães miniaturizados tendem a sofrer muitos problemas de saúde (ortopédicos, cardíacos), além de serem grandes vítimas de traumas.
PARTE I:
Tenho uma cunhada bacanérrima e ela é dessas pessoas que descobre tudo, inclusive onde qualquer coisa (roupa, sapato, bolsa, tapete, planta, móveis, etc., etc. e etc. mesmo), com os melhores preços e boa qualidade estão sendo vendidos.
Há algumas semanas atrás, eu a levei a um destes lugares que ela descobriu e chegando lá, minha surpresa: a proprietária do lugar estava com uma cadelinha da raça shitzu grávida. A cadela estava suja, com 2 lacinhos vermelhos na cabeça... Antipatizei de cara. Criadora de fundo de quintal.
Para piorar a situação, enquanto estava lá, recebi a ligação de alguém querendo informações sobre meus frenchie-filhotes, então expliquei como trabalho, sobre a seleção de futuros proprietários, etc.
Bastou eu falar isso para a dona da loja saltar sobre mim e perguntar: "Ah, você também é vendedora de cachorro? Eu agora quero comprar um yorkshire bibelô, mas esse não vou cruzar não, é para minha filha de 5 anos. "
Sangue de Jesus tem poder!!! Quase tive um piripaque. Achei melhor não explicar muito o meu trabalho de melhoramento genético da raça, acho que estava além do poder de compreensão da moça. Apenas sugeri não comprar o yorkshire bibelô porque eles "quebram" à toa, ainda mais nas mãos de uma criança de 5 anos...
PARTE II:
Aconteceu com uma veterinária que conheço.
Ela estava na Feira Hippie, que acontece todos os domingos, na Av. Afonso Pena, em BH. Bem em frente ao Othon Palace Hotel, havia uma figurinha chamada Alex, carregando um filhote de yorkshire, dizendo que aquele tratava-se de um "yorkshire bibelô" de 2 meses de idade.
Minha amiga veterinária aproximou-se da multidão que cercava o rapaz e viu que o cachorrinho estava usando vestidinho, chapeuzinho e sapatinho. Um mimo...
Ela pediu para ver aquele "mimo" e constatou que a fontanela (moleira) do cachorrinho estava bem aberta, o cãozinho mal podia enxergar e, pasmem, não possuía nenhum dente! (sim, o tal Alex permitiu que ela abrisse a boca do cãozinho com a mão "suja de Feira Hippie")
Na mesma hora, ela mandou chamar a polícia porque o rapaz estava alí enganando aquelas pessoas. O cãozinho não tinha nem 30 dias de vida... O rapaz fugiu.
O pior é que há quem compre cães com essa procedência e depois ainda queira reclamar no kennel clube.
Há uma tendência muito grande em miniaturizar as raças caninas para atender uma demanda COMERCIAL. Cães pequenininhos comem pouco, o xixi deles é minúsculo, o cocô idem e eles latem baixinho.
O grande problema é que não há como investir em filhotes saudáveis se a única característica que se deseja selecionar é o tamanho/peso da prole.
Muitas pessoas não sabem, mas não existe o poodle mini ou micro (nem sei qual é nome que inventaram para o pobrezinho). O tamanho mínimo admitido para o poodle, segundo o padrão da raça, é 24 cm. Aqueles cãezinhos com 10 cm de altura e 2kg de peso são doentes! Apresentam uma anomalia estrutural, mas são vendidos como "preciosidades".
A mesma coisa está acontecendo com o yorkshires "bibelôs". Estão acasalando pais pequenos "anômalos" e obtendo filhos doentes, como se isso fosse uma vantagem.
Aqueles que procriam cães, miniaturizando filhotes não estão promovendo o desenvolvimento da raça. Estão DEGENERANDO as raças caninas e, por isso, devem ser denunciados aos órgãos responsáveis. Estão prestando um desserviço às cinofilia, por não estarem contribuindo com o melhoramento genético da criação de cães. Obviamente, possuem interesse puramente comercial.
Leia aqui o CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA DOS CINÓFILOS.
Para fazer qualquer denúncia, escreva para:
---> Em Belo Horizonte e Grande BH:
Kennel Clube da Grande BH
Rua da Bahia 1148 - Sala 1141
Belo Horizonte - MG
CEP 30.160-906
---> Para quem não reside na Grande BH:
Conselho Disciplinar da CBKC
Rua Newton Prado, 74 - Bairro São Cristovão
Rio de Janeiro - RJ
CEP 20.930-445
Envie os seguinte documentos:
- os nomes, prenomes, estado civil, profissão, qualificação e domicílio do representante e do representado;
- a prova da capacidade do representante, que pode ser feita por meio de cópia de documento de identidade;
- o histórico dos fatos;
- o rol das testemunhas, quando houver, e as sua qualificação;
- indicação das provas com que o representante pretende demonstrar a verdade dos fatos alegados;
- o pedido, com as suas especificações, de forma clara e expressa.
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domingo, 13 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Os Dez Mandamentos do E-Mail
O texto a seguir é uma tradução livre e adaptação de Renzo Oswald de uma primeira versão dos chamados “The Ten Commandments of E-Mail” publicados no volume de março de 1999 da Harvard Communications Update da H B S Publishing, de Massachusetts, EUA.
1. Não acumule e-mails
Você pode escolher. Leia os títulos e apague tudo o que você não precisa saber ou providenciar. Você pode ignorar um e-mail da mesma forma que ignoraria uma carta ou uma mensagem na secretária eletrônica.
Quando for enviar mensagens lembre-se de que elas devem ser curtas e informais. O titulo deve corresponder ao conteúdo do texto. Títulos de mais de 10 palavras também devem ser eliminados a qualquer custo. Além disso, elas não substituem uma ligação telefônica. Responda ao e-mail em 24 horas no máximo. Se não for possível acuse recebimento e comunique o prazo de resposta.
2. Não abuse dos anexos
Este mandamento é um recado direto a quem usa os anexos. O gasto de tempo e energia com a tentativa de envio de arquivos que depois se revelam incompatíveis ou simplesmente são transmitidos com erro não compensa. Melhor enviar em formato PDF. No ambiente corporativo, a melhor saída é o uso de um ponto de intranet para armazenamento e download de documentos. Quando você receber um e-mail com anexos, cuidado ao abrir arquivos de origem desconhecida, principalmente se forem zipados, para evitar problemas de contaminação por vírus.
Antes de enviar um arquivo “pesado” peça a permissão: se atualmente as caixas postais que agüentam até 100Mo não são raras, muitas conexões continuam com linha discada sem banda larga na América Latina. Descarregar um arquivo pesado pode travar o computador.
3. Conte até 10 antes de enviar um e-mail...
Não envie e-mail quando você estiver cansado ou aborrecido. Um e-mail pode facilmente ganhar um tom rude, zangado ou crítico e vai levar muito tempo para se desfazer o estrago. Encare o e-mail como uma carta ou um telefonema; espere um momento mais calmo para responder.
4. Nada substitui o contato direto.
Nunca substitua um encontro pessoal por um e-mail, especialmente em ocasiões críticas ou especiais como por exemplo para repreender, recompensar ou demitir alguém. Lembre-se também que mensagens extraviadas podem gerar confusão, especialmente se forem de natureza pessoal.
5. Melhor prevenir do que remediar.
Aproveite o ganho de tempo oferecido pelo seu programa de e-mail, atualizando o seu address book. E não utilizando o recurso Responder para achar um endereço. Nunca se sabe quando você terá que entrar em contato novamente com uma pessoa, por isso escreva claramente o assunto do correio. Melhor enviar 10 e-mails cada um com um assunto do que uma mensagem com 10 assuntos.
6. Quebre a corrente...e as comunicações inúteis
Correntes de e-mail além de serem desagradáveis, são proibidas em muitas redes corporativas. Retransmitir piadas e correntes e entupir a caixa postal alheia com bobagens sem importância também não é aceitável e certamente causará incômodo. Só utilize o recurso “responder a todos” quando o assunto é realmente de interesse geral!
7. Boatos, fofocas intrigas e rumores.
Não passe adiante fofocas sobre pessoas. O e-mail pode ser repassado para a pessoa errada, ou pior ainda, para a pessoa que é o assunto do recado. O e-mail, além de ter a incômoda capacidade de ser ressuscitado, pode ser usado contra você em situações extremamente delicadas.
8. Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você.
Evite o envio de e-mails com conteúdo que pode incomodar as pessoas: insultos, pornografia, propósitos racistas ou discriminantes, etc. Você diria o recado em pessoa? Se a resposta for não, então não use o email.
9. Capacidade de informação não de comunicação.
Lembre-se de que existe uma hierarquia na forma de comunicação. Em primeiro lugar está o encontro cara-a-cara, depois as ligações telefônicas, depois o correio de voz e por último o e-mail. Encontros pessoais produzem o maior efeito e o e-mail tem a menor capacidade de comunicação. Já é difícil se comunicar com sucesso nas melhores condições possíveis. Se for necessário transmitir uma mensagem importante, e não conseguir um encontro pessoal, então use o telefone ou deixe uma mensagem no correio de voz. Em último caso utilize o e-mail.
10. Escritura informal.
Se for para ser perfeito não use o e-mail. A pontuação, ortografia, gramática e formatação costumam desaparecer misteriosamente. Melhor escrever sem acentos, pontuação e signos particulares para que o destinatário receba uma mensagem legível e não algo assim: 1%utilza$%a#o do e&mail...”Se a mensagem não puder conter erros envie-a por outro meio de comunicação.
A ausência de cerimônia não dispensa tratamentos de respeito e cortesia. Ao iniciar um texto, por exemplo, é de bom-tom referir-se sempre ao destinatário pelo nome, em vez de despejar direto as informações. Para despedir-se, ao final da redação, usar um” atenciosamente ou “cordialmente”, tradicionais de cartas e fax, é mais elegante, etc.
Finalmente o e-mail é um método de informar os outros de forma rápida e econômica. Como todas novidades necessita um tempo de adaptação. Seguindo os mandamentos acima será fácil facilitar a vida e facilitar a vida de nossos correspondentes. A cada vez o bom senso e o senso de disciplina devem prevalecer.
Bom proveito !
1. Não acumule e-mails
Você pode escolher. Leia os títulos e apague tudo o que você não precisa saber ou providenciar. Você pode ignorar um e-mail da mesma forma que ignoraria uma carta ou uma mensagem na secretária eletrônica.
Quando for enviar mensagens lembre-se de que elas devem ser curtas e informais. O titulo deve corresponder ao conteúdo do texto. Títulos de mais de 10 palavras também devem ser eliminados a qualquer custo. Além disso, elas não substituem uma ligação telefônica. Responda ao e-mail em 24 horas no máximo. Se não for possível acuse recebimento e comunique o prazo de resposta.
2. Não abuse dos anexos
Este mandamento é um recado direto a quem usa os anexos. O gasto de tempo e energia com a tentativa de envio de arquivos que depois se revelam incompatíveis ou simplesmente são transmitidos com erro não compensa. Melhor enviar em formato PDF. No ambiente corporativo, a melhor saída é o uso de um ponto de intranet para armazenamento e download de documentos. Quando você receber um e-mail com anexos, cuidado ao abrir arquivos de origem desconhecida, principalmente se forem zipados, para evitar problemas de contaminação por vírus.
Antes de enviar um arquivo “pesado” peça a permissão: se atualmente as caixas postais que agüentam até 100Mo não são raras, muitas conexões continuam com linha discada sem banda larga na América Latina. Descarregar um arquivo pesado pode travar o computador.
3. Conte até 10 antes de enviar um e-mail...
Não envie e-mail quando você estiver cansado ou aborrecido. Um e-mail pode facilmente ganhar um tom rude, zangado ou crítico e vai levar muito tempo para se desfazer o estrago. Encare o e-mail como uma carta ou um telefonema; espere um momento mais calmo para responder.
4. Nada substitui o contato direto.
Nunca substitua um encontro pessoal por um e-mail, especialmente em ocasiões críticas ou especiais como por exemplo para repreender, recompensar ou demitir alguém. Lembre-se também que mensagens extraviadas podem gerar confusão, especialmente se forem de natureza pessoal.
5. Melhor prevenir do que remediar.
Aproveite o ganho de tempo oferecido pelo seu programa de e-mail, atualizando o seu address book. E não utilizando o recurso Responder para achar um endereço. Nunca se sabe quando você terá que entrar em contato novamente com uma pessoa, por isso escreva claramente o assunto do correio. Melhor enviar 10 e-mails cada um com um assunto do que uma mensagem com 10 assuntos.
6. Quebre a corrente...e as comunicações inúteis
Correntes de e-mail além de serem desagradáveis, são proibidas em muitas redes corporativas. Retransmitir piadas e correntes e entupir a caixa postal alheia com bobagens sem importância também não é aceitável e certamente causará incômodo. Só utilize o recurso “responder a todos” quando o assunto é realmente de interesse geral!
7. Boatos, fofocas intrigas e rumores.
Não passe adiante fofocas sobre pessoas. O e-mail pode ser repassado para a pessoa errada, ou pior ainda, para a pessoa que é o assunto do recado. O e-mail, além de ter a incômoda capacidade de ser ressuscitado, pode ser usado contra você em situações extremamente delicadas.
8. Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a você.
Evite o envio de e-mails com conteúdo que pode incomodar as pessoas: insultos, pornografia, propósitos racistas ou discriminantes, etc. Você diria o recado em pessoa? Se a resposta for não, então não use o email.
9. Capacidade de informação não de comunicação.
Lembre-se de que existe uma hierarquia na forma de comunicação. Em primeiro lugar está o encontro cara-a-cara, depois as ligações telefônicas, depois o correio de voz e por último o e-mail. Encontros pessoais produzem o maior efeito e o e-mail tem a menor capacidade de comunicação. Já é difícil se comunicar com sucesso nas melhores condições possíveis. Se for necessário transmitir uma mensagem importante, e não conseguir um encontro pessoal, então use o telefone ou deixe uma mensagem no correio de voz. Em último caso utilize o e-mail.
10. Escritura informal.
Se for para ser perfeito não use o e-mail. A pontuação, ortografia, gramática e formatação costumam desaparecer misteriosamente. Melhor escrever sem acentos, pontuação e signos particulares para que o destinatário receba uma mensagem legível e não algo assim: 1%utilza$%a#o do e&mail...”Se a mensagem não puder conter erros envie-a por outro meio de comunicação.
A ausência de cerimônia não dispensa tratamentos de respeito e cortesia. Ao iniciar um texto, por exemplo, é de bom-tom referir-se sempre ao destinatário pelo nome, em vez de despejar direto as informações. Para despedir-se, ao final da redação, usar um” atenciosamente ou “cordialmente”, tradicionais de cartas e fax, é mais elegante, etc.
Finalmente o e-mail é um método de informar os outros de forma rápida e econômica. Como todas novidades necessita um tempo de adaptação. Seguindo os mandamentos acima será fácil facilitar a vida e facilitar a vida de nossos correspondentes. A cada vez o bom senso e o senso de disciplina devem prevalecer.
Bom proveito !
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
O Blog responde! Socorro, fui enganado! (?)
VOU RESPONDER ESTE E-MAIL, "PEGANDO CARONA" NO PRÓPRIO TEXTO DA LEITORA.
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Camilli, preciso muito da sua ajuda.
Comprei um buldogue francês do canil XXX no pet shop YYY. No pet shop, o vendedor nos contou que aquele era o último da ninhada e já estava ali a algum tempo. CÃES DE PET SHOPs E FEIRAS DE FILHOTES SÃO UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA...
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
O Blog Responde! Sarna demodécica
Prezada Camilli,
tenho um lindo filhotinho de bulldog frances que completará 6 meses semana que vem e a veterinária me disse que ele está com um tipo de sarna hereditária, que concluí ser a demodécica.
Cerca de 10 dias atrás, ele apareceu com queda de pêlo em um pedaço pequeno da patinha e abaixo do olho esquerdo.
Antes de colher o material para ver o que era, a veterinária já havia passado uma pomada e uma vitamina e, depois do diagnóstico, ela passou um tratamento mais "agressivo". Ainda não passamos nada.
tenho um lindo filhotinho de bulldog frances que completará 6 meses semana que vem e a veterinária me disse que ele está com um tipo de sarna hereditária, que concluí ser a demodécica.
Cerca de 10 dias atrás, ele apareceu com queda de pêlo em um pedaço pequeno da patinha e abaixo do olho esquerdo.
Antes de colher o material para ver o que era, a veterinária já havia passado uma pomada e uma vitamina e, depois do diagnóstico, ela passou um tratamento mais "agressivo". Ainda não passamos nada.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Sobre este Blog!

Em primeiro lugar, é importante dizer que o objetivo deste blog é divulgar a raça buldogue francês de maneira consciente.
Um frenchie é adorável, mas, conviver com um é bastante diferente de apenas apreciá-lo nas ruas. Portanto, neste blog, diariamente são postados todos os ônus e bônus desta rica convivência.
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Razões para NÃO ter um frenchie XVI
VOCÊ NÃO GOSTA DE CÃES FOLGADOS?

Se você não gosta de cães folgados, talvez o buldogue francês não seja apropriado para você.
Frenchies não tem o menor bom senso! :))
Onde quer que você esteja, ele simplesmente vai chegar e se encostar... sem nenhum constrangimento!
Para algumas pessoas, isso pode ser um traço enorme de afetividade. Para outros, uma dependência insuportável.
E para você?

Se você não gosta de cães folgados, talvez o buldogue francês não seja apropriado para você.
Frenchies não tem o menor bom senso! :))
Onde quer que você esteja, ele simplesmente vai chegar e se encostar... sem nenhum constrangimento!
Para algumas pessoas, isso pode ser um traço enorme de afetividade. Para outros, uma dependência insuportável.
E para você?
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Breve história da Medicina

Breve história da Medicina:
500 d.C. - Coma esta raiz e você ficará são.
1000 d.C. - Raiz é coisa de pagão. Faça uma oração a Deus que está no céu.
1792 d.C. - Quem reina é a razão. Tome, pois, esta poção.
1917 d.C. - Poção não resolve. Tome este comprimido.
1950 d.C. - Comprimido não cura. Tome antibiótico.
2002 d.C. - Antibiótico em excesso não é recomendável. Use esta raiz.
(Richard Gordon - A Assustadora História da Medicina)
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Meu Preparo de Peixes, Passo a Passo
Até algum tempo atrás, peixes na alimentação natural dos cães estava sendo um problema.
No início, foi uma maravilha! Devoravam como se fosse bolo de chocolate.
Depois, o Tigre recusou-se peremptoriamente a comer.
Os outros cães comiam, mas, faziam a maior bagunça... porque não queriam mais a cabeça ou os órgãos internos. Os crates ficavam bagunçados e fedorentos.
De uns tempos para cá, dei uma repaginada na receita.
Ao invés de apenas "escaldar" os peixes, faço isso:
No início, foi uma maravilha! Devoravam como se fosse bolo de chocolate.
Depois, o Tigre recusou-se peremptoriamente a comer.
Os outros cães comiam, mas, faziam a maior bagunça... porque não queriam mais a cabeça ou os órgãos internos. Os crates ficavam bagunçados e fedorentos.
De uns tempos para cá, dei uma repaginada na receita.
Ao invés de apenas "escaldar" os peixes, faço isso:
domingo, 6 de setembro de 2009
O Sapo
O sapo não lava o pé.
Não lava porque não quer.
Ele mora lá na lagoa,
E não lava o pé
Porque não quer
Mas, que chulé!
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sábado, 5 de setembro de 2009
Castração de frenchies machos

Por incrível que pareça, quando o assunto é a castração de fêmeas a aceitação é muito mais fácil que a castração dos machos.
Infelizmente, algumas pessoas ainda associam a sexualidade humana à sexualidade canina. Acreditam que cães precisam acasalar para serem felizes e realizados.
No caso dos frenchies, há um enorme paradoxo, porque a monta natural é contra-indicada, a inseminação das cadelas é apenas artificial (pelo menos aqui, e com os criadores que me relaciono). Portanto, dizer que bulldogues franceses tem necessidades sexuais é uma enorme bobagem.
A verdade é que, o sexo, para os cães, ocorre apenas quando a fêmea está no cio, por puro instinto e finalidade reprodutiva.
Cães que montam nas pernas das pessoas não estão demonstrando desejo por acasalar, mas sim, dando sinais claros que a liderança é DELES, pois apenas os líderes da matilha podem reproduzir. (cães entendem que a família é a matilha deles)
Castrar um cão macho significa remover os testículos cirurgicamente, dessa maneira, ele não será mais capaz de reproduzir.
Quando um cão macho é castrado, seus hormônios sexuais masculinos (teststerona) não são mais produzidos e isso faz com que seja mais equilibrado e, consequentemente, mais tranquilo. A castração precoce torna o frenchie mais sociável com outros cães (inclusive do mesmo sexo), mais perspicaz para aprender regras sociais e mais calmos.
Cães castrados tardiamante, continuam a responder às fêmeas no cio e a demarcar território nos passeios na rua.
A castração protege os cães machos de doenças prostáticas, inclusive do mal que aflige, também, os homens: tumor de próstata.
Mas, sem dúvida, o maior benefício da castração dos cães machos é evitar fugas. Infelizmente, os relatos de fuga de cães machos são enormes e, na maioria das vezes, esses cães não são castrados. Adivinhem por que fugiram de seus lares confortáveis, suas camas quentinhas, água fresquinha e comiga gostosa na tigela? Cadelas no cio... qualquer uma.
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Leishmaniose Canina - Parte XII
Em abril deste ano, a gripe suína - influenza A, subtipo H1N1 - tornou-se epidemia no México.
Hoje, 05 (cinco) meses depois e mais de 7000 km de distância das terras mexicanas, as empregadas da minha casa já tiveram.
Isso comprova a teoria de que, em tempos atuais, bastam apenas 03 (três) meses para que uma epidemia se alastre por todo o planeta.
Hoje, 05 (cinco) meses depois e mais de 7000 km de distância das terras mexicanas, as empregadas da minha casa já tiveram.
Isso comprova a teoria de que, em tempos atuais, bastam apenas 03 (três) meses para que uma epidemia se alastre por todo o planeta.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
O Blog Responde! O Buldogue Francês e a Solidão
Prezada Camilli,
Talvez você não se lembre de mim, mas há algum tempo entrei em contato, querendo comprar um buldogue francês.
Nós conversamos bastante e você me disse que "o buldogue francês não se adaptaria ao meu estilo de vida", porque eu e meu marido trabalhamos o dia inteiro.
Confesso que, naquela época, fiz muito mal juízo de você e, não demorou, adquiri a Francesca de outro criador.
Talvez você não se lembre de mim, mas há algum tempo entrei em contato, querendo comprar um buldogue francês.
Nós conversamos bastante e você me disse que "o buldogue francês não se adaptaria ao meu estilo de vida", porque eu e meu marido trabalhamos o dia inteiro.
Confesso que, naquela época, fiz muito mal juízo de você e, não demorou, adquiri a Francesca de outro criador.
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Do jeito que frenchie gosta II...
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