Já há algum tempo estou pensando em escrever sobre sarna demodécica (novamente).
Confesso que não é um tema fácil de se escrever, porque este assunto é bastante controverso e, sem dúvida alguma, uma grande polêmica na dermatologia veterinária.
Mas, de qualquer maniera, vou relatar o que li, ultimamente, (em literatura científica) e deixar o que, para mim, é a grande incógnita sobre a doença, sob o meu ponto de vista de geneticista e biologista molecular.
Já escrevi bastante sobre o assunto neste post e neste também. Mas, reforçarei alguns pontos importantes!
Quando ocorrem estados de imunodeficiência geral do animal por motivos variados, e conseqüentemente uma falha nos mecanismos de defesa próprios da derme, a pele do cão torna-se ecologicamente favorável à reprodução e crescimento do Demodex canis. Os parasitas “agarram” essa oportunidade para colonizar os folículos pilosos, elevando sua população em milhares de ácaros.
Há autores que admitem que o "ataque dos ácaros" se instala quando o cão não está bem alimentado ou apresenta deficiências nutricionais. Outras doenças, principalmente a cinomose, predispõem aos cães sarna demodécica. Banhos freqüentes com sabões alcalinos tornam a pele suscetível ao "ataque dos ácaros". Ainda de acordo com os autores, dentre os fatores considerados predisponentes destacam-se o estresse, o cio, a endoparasitose e a doença debilitante.
O demodex sobrevive alimentando-se do conteúdo das células epiteliais e sebo do folículo piloso.
De acordo com pesquisadores, a presença de grandes quantidades de ácaros causa dano e afrouxamento das hastes dos pelos, terminando com a queda dos mesmos, desde o folículo, resultando em quadro de alopecia. A patogenia decorre da presença de demodex nos folículos pilosos e glândulas sebáceas ocasionando sua dilatação, permitindo assim a invasão bacteriana. Doenças fúngicas também podem ocorrer como infecção secundária.
A proliferação exacerbada do Demodex canis, resultando em um quadro claro de problemas dermatológicos, é conhecida como sarna demodécica. Outros sinônimos para esta patologia são: demodicose, sarna negra, sarna vermelha e sarna folicular.
A sarna demodécica pode ser classificada de acordo com a sua distribuição corpórea (localizada ou generalizada) e de acordo com a faixa etária das primeiras manifestações (juvenil ou adulta). Acredita-se que o curso, o prognóstico e, inclusive, as causas dos dois tipos são amplamente diferentes.
Para fazer o diagnóstico da doença é preciso realizar o exame de raspado da lesão. (leia-se: impossível fechar diagnóstico no "olhômetro")
O tratamento alopático consiste em tratar as infecções secundárias e eliminar a infestação do demodex através de terapia específica.
O Elo Perdido
Ninguém tem respostas prontas sobre a fisiopatologia desta doença, temos muitas hipóteses e, por isso, essa doença é tão controversa.
Eu também tenho muitas dúvidas e questionamentos que me incitam a querer saber mais sobre ela.
Questão que me intriga: [1]
O pesquisador Muller, em 1985, afirmou que a demodicose generalizada é a manifestação de um defeito hereditário específico do sistema de células T, para Demodex canis, em que é permitido ao ácaro se multiplicar em grande número, e induzir uma substância humoral (complexo antígeno-anticorpo do ácaro?) que provoca generalizada supressão de células T (imunodeficiência celular-mediada).
Entretanto, algumas técnicas de pesquisa, recentemente, empregadas em linfócitos de cães com demodicose sugeriram que o fator imunossupressor, condicionante da demodicose, é uma imunoglobulina ou um complexo antígeno-anticorpo. Esses achados de pesquisa levam a concluir que a demodicose generalizada crônica faz-se acompanha por um estado de severa supressão de células T. Segundo a pesquisa, tal supressão desaparece com a erradicação dos ácaros, concluindo que a imunodeficiência observada nos animais doentes é secundária à enfermidade e não a causa da mesma.
Ademais, não é possível afirmar que uma doença é genética, sem demonstrar a manifestação da mesma em sucessivas gerações familiares ou demonstrar o(s) gene(s) responsáveis pela mesma.
Questão que me intriga: [2]
A sarna demodécica é uma doença de ampla ocorrência na clínica veterinária, está presente nos quatro cantos do mundo, ocorre em cães de raça e multirraças (srd), não tem predileção por cor de pelagem.
Questão que me intriga: [3]
Sarna demodécica é uma doença comum na infância dos cães e seus sinais desaparecem quando o cão entra na idade adulta.
Este é o padrão oposto de muitas doenças genéticas!
As doenças de ordem hereditária ocorrem da seguinte maneira:
1) O indivíduo nasce com ela (síndrome de Down, por exemplo) OU
2) O indivíduo desenvolve a doença tardiamente (câncer de mama, doenças coronarianas, síndrome de Huntington, por exemplo)
Entretanto, uma vez instaladas, as doenças não regridem - não ocorre "desligamento" genético.
Com a sarna demodécica juvenil, o oposto ocorre. Ela manifesta-se na infância e desaparece tão logo o cão torna-se imunologicamente competente. Este não é um padrão de doença genética.
A infância é um período de flutuação de imunidade fisiológico. Além disso, as vacinas contra cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa, parainfluenza, coronavirose, leptospirose (V8 ou V10, em 3 doses) e raiva são um verdadeiro nocaute no sistema imune. Há ainda quem precise fazer as 3 doses da vacina contra leishmaniose e quem faça as vacinas contra giárdia e tosse dos canis!
Já imaginaram que pancada no sistema imunológico, em apenas 7 meses de vida?
Vacinas são necessárias, mas não são isentas de efeitos colaterais.
Cães que apresentam sarna demodécica na idade adulta, ou estão bastante idosos - já com imunidade comprometida - ou apresentam alguma doença de base, que deve ser pesquisada, neste caso a sarna demodécica é uma doença secundária.
De fato, cães com câncer, com leishmaniose, diabéticos ou que apresentem outras doenças crônicas, não raro apresentam sarna demodécica. Provavelmente, a imunossupressão provocada pela doença crônica favorece a proliferação do ácaro.
As doenças genéticas, ou com componente genético envolvido, possuem um curso bastante previsível depois que se manifestam no indivíduo.
A diabete pode ser controlada, mas não pode ser curada. O indivíduo deverá manter restrição dietética permanentemente e, muitas vezes, reposição de insulina.
A hipercolesteremia pode ser controlada através de dieta controlada e, talvez, medicamentos. Mas, uma vez que o indivíduo "perdeu o controle" sobre suas células gordurosas, o prejuízo não pode ser revertido.
A displasia coxo-femural em cães pode até ser assintomática, mas seu destino é ser progressivamente degenerativa.
A catarata juvenil, uma vez instalada, não tem cura. O cão perde a visão.
É uma incógnita, para mim, descreverem a sarna demodécica como doença genética apesar dela não seguir nenhum padrão de doença genética em sua manifestação.
Este é o pug Bóris, com 5 meses de idade, à época do diagnóstico da sarna demodécica, já demonstrando perda de pelo (alopécia) na face (foto 1), infecções secundárias com presença de pústulas na face (fotos 2 e 4) e na virilha (foto 3).
Com 10 semanas de tratamento, seu quadro clínico, ainda pior, era assim:
Palavras da proprietária, Carolina Agacci (humana de estimação da frenchie Bella também):
Este puguito não tem uma história de vida fácil. Foi doado para a Carol quando ainda não conseguia nem andar e mal tinha aberto os olhos - suspeito que não tinha nem 25 dias de vida. Mas, essa não é a pior parte da história: Bóris já havia passado pelas mãos de uma outra pessoa, que o comprou do "criador", mas achou "muito difícil" lidar com o filhote.
Desde então, o histórico de doenças deste cãozinho é enorme, incluindo aí questões comportamentais atípicas. Até os 10 meses de vida ele não havia passado um único dia sem precisar de medicação.
A internação por insuficiência renal foi outro grande susto, que, definitivamente, culminou com a decisão por abandonar a alopatia e aderir ao tratamento homeopático para o Bóris.
Confesso que não é um tema fácil de se escrever, porque este assunto é bastante controverso e, sem dúvida alguma, uma grande polêmica na dermatologia veterinária.
Demodex canis
Mas, de qualquer maniera, vou relatar o que li, ultimamente, (em literatura científica) e deixar o que, para mim, é a grande incógnita sobre a doença, sob o meu ponto de vista de geneticista e biologista molecular.
Já escrevi bastante sobre o assunto neste post e neste também. Mas, reforçarei alguns pontos importantes!
O Demodex canis é um ácaro residente normal da pele canina.
Constatou-se que o contágio ocorre por contato direto da cadela saudável com os neonatos em aleitamento, durante os 3 primeiros dias de vida do filhote. O ácaro pode ser encontrado nos folículos pilosos de filhotinhos com apenas 16 horas de idade, principalmente na região do focinho, evidenciando o contágio por contato direto durante a amamentação. A transmissão in utero não ocorre e a transmissão do ácaro fora o período neo-natal é infrequente.
Pergunta por e-mail:
Para evitar que os filhotes adquiram o Demodex canis devo impedir que entrem em contato com a cadela e devo alimentá-los com leite artificial?
Não! O colostro, leite produzido nas primeiras 24 horas pós-parto, é riquíssimo em anticorpos que promoverão imunidade ao filhote nos primeiros 2 meses de vida, contra doenças importantes, como cinomose e parvovirose.
Quando ocorrem estados de imunodeficiência geral do animal por motivos variados, e conseqüentemente uma falha nos mecanismos de defesa próprios da derme, a pele do cão torna-se ecologicamente favorável à reprodução e crescimento do Demodex canis. Os parasitas “agarram” essa oportunidade para colonizar os folículos pilosos, elevando sua população em milhares de ácaros.
Há autores que admitem que o "ataque dos ácaros" se instala quando o cão não está bem alimentado ou apresenta deficiências nutricionais. Outras doenças, principalmente a cinomose, predispõem aos cães sarna demodécica. Banhos freqüentes com sabões alcalinos tornam a pele suscetível ao "ataque dos ácaros". Ainda de acordo com os autores, dentre os fatores considerados predisponentes destacam-se o estresse, o cio, a endoparasitose e a doença debilitante.
O demodex sobrevive alimentando-se do conteúdo das células epiteliais e sebo do folículo piloso.
De acordo com pesquisadores, a presença de grandes quantidades de ácaros causa dano e afrouxamento das hastes dos pelos, terminando com a queda dos mesmos, desde o folículo, resultando em quadro de alopecia. A patogenia decorre da presença de demodex nos folículos pilosos e glândulas sebáceas ocasionando sua dilatação, permitindo assim a invasão bacteriana. Doenças fúngicas também podem ocorrer como infecção secundária.
A proliferação exacerbada do Demodex canis, resultando em um quadro claro de problemas dermatológicos, é conhecida como sarna demodécica. Outros sinônimos para esta patologia são: demodicose, sarna negra, sarna vermelha e sarna folicular.
A sarna demodécica pode ser classificada de acordo com a sua distribuição corpórea (localizada ou generalizada) e de acordo com a faixa etária das primeiras manifestações (juvenil ou adulta). Acredita-se que o curso, o prognóstico e, inclusive, as causas dos dois tipos são amplamente diferentes.
Para fazer o diagnóstico da doença é preciso realizar o exame de raspado da lesão. (leia-se: impossível fechar diagnóstico no "olhômetro")
O tratamento alopático consiste em tratar as infecções secundárias e eliminar a infestação do demodex através de terapia específica.
O Elo Perdido
Ninguém tem respostas prontas sobre a fisiopatologia desta doença, temos muitas hipóteses e, por isso, essa doença é tão controversa.
Eu também tenho muitas dúvidas e questionamentos que me incitam a querer saber mais sobre ela.
Questão que me intriga: [1]
O pesquisador Muller, em 1985, afirmou que a demodicose generalizada é a manifestação de um defeito hereditário específico do sistema de células T, para Demodex canis, em que é permitido ao ácaro se multiplicar em grande número, e induzir uma substância humoral (complexo antígeno-anticorpo do ácaro?) que provoca generalizada supressão de células T (imunodeficiência celular-mediada).
Entretanto, algumas técnicas de pesquisa, recentemente, empregadas em linfócitos de cães com demodicose sugeriram que o fator imunossupressor, condicionante da demodicose, é uma imunoglobulina ou um complexo antígeno-anticorpo. Esses achados de pesquisa levam a concluir que a demodicose generalizada crônica faz-se acompanha por um estado de severa supressão de células T. Segundo a pesquisa, tal supressão desaparece com a erradicação dos ácaros, concluindo que a imunodeficiência observada nos animais doentes é secundária à enfermidade e não a causa da mesma.
Todos os artigos e livros que lemos sobre sarna demodécica sustentam que esta seja uma doença com bases genéticas - e talvez seja mesmo, não estou dizendo o contrário -, entretanto, a evidência experimental que tínhamos, que relacionava a demodicose a algum suposto problema genético, agora é discutível.
Ademais, não é possível afirmar que uma doença é genética, sem demonstrar a manifestação da mesma em sucessivas gerações familiares ou demonstrar o(s) gene(s) responsáveis pela mesma.
Questão que me intriga: [2]
A sarna demodécica é uma doença de ampla ocorrência na clínica veterinária, está presente nos quatro cantos do mundo, ocorre em cães de raça e multirraças (srd), não tem predileção por cor de pelagem.
Que aspectos genéticos poderiam ocorrer simultaneamente a tantos cães, que aparentemente, não tem nenhum parentesco?
Questão que me intriga: [3]
Sarna demodécica é uma doença comum na infância dos cães e seus sinais desaparecem quando o cão entra na idade adulta.
Este é o padrão oposto de muitas doenças genéticas!
As doenças de ordem hereditária ocorrem da seguinte maneira:
1) O indivíduo nasce com ela (síndrome de Down, por exemplo) OU
2) O indivíduo desenvolve a doença tardiamente (câncer de mama, doenças coronarianas, síndrome de Huntington, por exemplo)
Entretanto, uma vez instaladas, as doenças não regridem - não ocorre "desligamento" genético.
Com a sarna demodécica juvenil, o oposto ocorre. Ela manifesta-se na infância e desaparece tão logo o cão torna-se imunologicamente competente. Este não é um padrão de doença genética.
A infância é um período de flutuação de imunidade fisiológico. Além disso, as vacinas contra cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa, parainfluenza, coronavirose, leptospirose (V8 ou V10, em 3 doses) e raiva são um verdadeiro nocaute no sistema imune. Há ainda quem precise fazer as 3 doses da vacina contra leishmaniose e quem faça as vacinas contra giárdia e tosse dos canis!
Já imaginaram que pancada no sistema imunológico, em apenas 7 meses de vida?
Vacinas são necessárias, mas não são isentas de efeitos colaterais.
Cães que apresentam sarna demodécica na idade adulta, ou estão bastante idosos - já com imunidade comprometida - ou apresentam alguma doença de base, que deve ser pesquisada, neste caso a sarna demodécica é uma doença secundária.
De fato, cães com câncer, com leishmaniose, diabéticos ou que apresentem outras doenças crônicas, não raro apresentam sarna demodécica. Provavelmente, a imunossupressão provocada pela doença crônica favorece a proliferação do ácaro.
As doenças genéticas, ou com componente genético envolvido, possuem um curso bastante previsível depois que se manifestam no indivíduo.
A diabete pode ser controlada, mas não pode ser curada. O indivíduo deverá manter restrição dietética permanentemente e, muitas vezes, reposição de insulina.
A hipercolesteremia pode ser controlada através de dieta controlada e, talvez, medicamentos. Mas, uma vez que o indivíduo "perdeu o controle" sobre suas células gordurosas, o prejuízo não pode ser revertido.
A displasia coxo-femural em cães pode até ser assintomática, mas seu destino é ser progressivamente degenerativa.
A catarata juvenil, uma vez instalada, não tem cura. O cão perde a visão.
É uma incógnita, para mim, descreverem a sarna demodécica como doença genética apesar dela não seguir nenhum padrão de doença genética em sua manifestação.
Que fique claro que não estou dizendo que sarna demodécica não é uma doença com bases genéticas, entretanto, esta doença não se encaixa aos padrões de doenças genéticas que conheço.
Bem, e como ocorre como doença secundária (no caso de cães adultos), me parece que a genética não é um fator determinante.
Bem, e como ocorre como doença secundária (no caso de cães adultos), me parece que a genética não é um fator determinante.
Uma coisa é certa, se há interferência genética na sarna demodécica, ela não segue padrões mendelianos.
Questão que me intriga: [4]
Este é o pug Bóris, com 5 meses de idade, à época do diagnóstico da sarna demodécica, já demonstrando perda de pelo (alopécia) na face (foto 1), infecções secundárias com presença de pústulas na face (fotos 2 e 4) e na virilha (foto 3).
Com 10 semanas de tratamento, seu quadro clínico, ainda pior, era assim:
Palavras da proprietária, Carolina Agacci (humana de estimação da frenchie Bella também):
Tratamos com vitaminas, banhos, butox bem diluido, imunoestimuladores... ele apresentava alguma melhora, mas logo a doença voltava com força duplicada. Isso porque não queríamos usar a ivermectina por ser tóxica. E também usamos tooooooodos os antibióticos do mundo, e ele fez resistência a todos eles.
Vou te dizer que a situação dele ficou bem pior do que qualquer foto que você possa ver nesses e-mails. A pele dele era pus puro, em carne viva, sangrando ao menor toque. Mas não tive coragem de tirar fotos dessa fase. Foi muito sofrimento.
Aí resolvemos apelar pra Ivermectina e antibióticos injetáveis. Foi o que deu jeito... Mas aí causou a insuficiência renal.
Este puguito não tem uma história de vida fácil. Foi doado para a Carol quando ainda não conseguia nem andar e mal tinha aberto os olhos - suspeito que não tinha nem 25 dias de vida. Mas, essa não é a pior parte da história: Bóris já havia passado pelas mãos de uma outra pessoa, que o comprou do "criador", mas achou "muito difícil" lidar com o filhote.
Desde então, o histórico de doenças deste cãozinho é enorme, incluindo aí questões comportamentais atípicas. Até os 10 meses de vida ele não havia passado um único dia sem precisar de medicação.
A internação por insuficiência renal foi outro grande susto, que, definitivamente, culminou com a decisão por abandonar a alopatia e aderir ao tratamento homeopático para o Bóris.
Este é o resultado do tratamento homeopático:
Alguém já viu homeopatia liquidar com uma doença, supostamente, genética?
Certamente, este texto traz mais dúvidas que elucidações. Não é à toa que sarna demodécica é um assunto polêmico e controverso!
Recentemente, li que uma universidade argentina estava fazendo estudos sobre possíveis testes que comprovassem a questão imunológica da sarna demodécica. Entretanto, outro estudos já dizem que o demodex e outros ácaros presentes na poeira doméstica são parentes e compartilham antígenos semelhantes que induzem a produção de anticorpos com reatividade cruzada.
Obviamente, o não elucidamento das questões que desencadeiam a doença é mais uma razão que desencoraja a reprodução de cães afetados com este problema.
No caso de bulldogs franceses e ingleses, cães com tendências dermatopatas por natureza, a reprodução de animais com QUALQUER problema dermatológico sério é desencorajada.
Você tem alguma resposta para as minhas questões?
Gostaria de compartilhar ou palpitar?
Por favor, deixe seu comentário no blog, será importante!
Para escrever este texto, baseei-me na seguinte literatura:
Demodicose Canina Generalizada: relato de caso. Juliana Bonfim, 2008. Monografia apresentada para a conclusão do Curso de Especialização.
Demodicose Canina Generalizada: relato de caso. Ana Paula Conte, 2008. Monografia apresentada para a conclusão do Curso de Especialização.
Prevalência das principais dermatopatias em cães procedentes da região metropolitana de Belém - PA. Renata Deise de Tavares Nonato, 2008. Monografia apresentada para a conclusão do Curso de Especialização.
Demodicose em Cães: mitos e verdade. Samira Tsubouchi da Silva, 2007. Monografia apresentada para a conclusão do Curso de Especialização.
Prevalência pontual de Demodex canis e de demodicose em parcela da população canina, na cidade de Guarapuava - Paraná. Juliano Santos Gueretz, 2005. Dissertação apresentada para conclusão do Curso de Mestrado.
Anticorpos anti-Demodex canis e Dermatophagoides pteronyssinus em soro de cães com demodicose. Maria Cecília de Oliveira, 2005. Dissertação apresentada para conclusão do Curso de Mestrado.
Tratamento e evolução da demodicose canina - relato de caso. Taiane Maria de Lima Rodrigues, Pedro Henrique Galvão Pacheco, Paulo Víctor Rodrigues de Azevedo Lima, Bárbara Nogueira da Silva, Manoela Passos Côrreia Santa Cruz, Maria Virgínia de Freitas Barbosa Lima, Michelle Suassuna de Azevedo Rêgo, Marília Aragão de Sousa Ferreira, Eduardo Ferreira Cole, Evilda Rodrigues de Lima.
Meu super obrigada à mãe humana do Bóris, Carolina Agacci, por permitir compartilhar a história dele aqui no blog! S2
>>> Para ler todas as postagens do blog sobre sarna demodécica, clique aqui.
>>> É interessante citar que o pug Bóris, citado neste texto, teve melhora enorme do seu quadro depois que sua alimentação mudou da ração para alimentação natural.
>>> É interessante citar que o pug Bóris, citado neste texto, teve melhora enorme do seu quadro depois que sua alimentação mudou da ração para alimentação natural.




Camilli baita texto!
ResponderExcluirSabes bem que meu Barak, sofria desse mal, pq creio que a tal sarna sumiu.
O componente "emocional" tem sim influência no animal, ele fica mal, baixa imunidade e pronto vem a maldita.
O Barak foi o único sobrevivente de sua ninhada, isso pq a veterinária "criadora" não me ouviu quando a avisei dos inúmeros vermes, protozários e etc q estavam nos exames dele, a giárdia reinava absoluta.... Obviamente que quando fiquei sabendo da morte dos filhotes, fiz um super barraco.
Mas enfim, concordo com tudo que li no texto, na questão das doenças genéticas acrescentaria a epilepsia como exemplo tb.
Sobre a homeopatia acho bacana, mas no caso do Tyson, nem pensar, era agua pra ele....
Mas como tratamento que deu certo para uma doença genética, realmente me abriu esta questão!! Como funcionou e bem, né? Teoricamente não deveria, assim como não funcionou c/ o Tyson, né?!!
Parabéns, teu texto foi um "banho sobre doenças genéticas"!
bjks Cecília.
Eita doença esquisita essa....
Pois é, Céci!
ResponderExcluirEita doencinha esquisita! rs
:)
Ei, Camilli. Eu apanhava um "cadinho" dessa doencinha. Nem tão espantoso em um quadro de lesih, né? Mas se tem alguém de quem não posso reclamar é da dermatologista do Gizmo. Excelente veterinária e pessoa, responsável e cuidadosa.
ResponderExcluirNão tem o q agradecer! Se esse post servir para ajudar 1 cãozinho a achar o tratamento adequado, já fico muito feliz!
ResponderExcluirAi, como meu filho é lindoooooooooooooo! rs S2
Carol
Camilli, lendo Maffei percebemos uma outra visão de doenças. É um autor bem interessante e totalmente diferente de tudo que vemos por aí (linhas de pensamento distintas). Para ele, como os genes determinam com sua presença, características e relações entre si, as características dos indivíduos, temos que tudo é genético ;). A homeopatia pode sim curar doenças ditas genéticas desde que não seja um fator anatômico. Caso seja metabólico e não seja implicado pela ausência ou atrofia de um órgão, é curável, pois na homeopatia trabalhamos com a dessensibilização de órgãos gradativamente até os menos vitais e daí para a cura. Dessensibilizar é justamente tornar o meio (órgão) inabitável aos agentes oportunistas. É assim que é visto, não só visto como notado na prática.
ResponderExcluirBjos
Oi, Camilli! Tudo bem?
ResponderExcluirSeria possível não encontrar o Demodex canis com a raspagem, mas encontrar retirando um pedacinho mais profundo da pele?
Obrigada!!!
Abraços!!!
Dorothy, não sei!
ResponderExcluirEssa é uma pergunta que um veterinário dermatologista responderá melhor.
:)
adotei uma femea de bulldog frances que apresenta um quadro de sarna demodécica; tenho medo que infeste meu outro cão, um pug. ela comecou o tratamento ontem mesmo qdo cheguei do veterinario. A pele dela esta bem vermelha, porem, seca. a aparencia me incomoda pois acho que vou machuca-la. O vet. passou banhos e uma injeção semanal por 4 semanas. O vet. tem condição de passar a homeopatia depois que o quadro clinico dela se estabilizar? Lucilia Pereira - lemonthe@uol.com.br
ResponderExcluirOlá Lucília,
ResponderExcluirsarna demodécica não é contagiosa fique tranquila, seu pug não corre NENHUM risco.
Não entendi a sua colocação com relação à homeopatia... por que seu cão usaria a homeopatia estando curado? Homeopatia é tratamento.
O pug deste post FOI TRATADO COM HOMEOPATIA.
Abraços!
Oi meu cão esta muito doentinho já usei todo tipo de medicação, ainda nao usei homeoatia qual o nome e dosagem?
ExcluirMeu Bulldog Francês está com esta doença. Por enquanto só perdeu pelo em volta dos olhos e por dentro das patas. O criador que me vendeu o filhote afirma não saber a origem da doença, pois nenhum dos pais do meu cachorro têm a doença, e nunca teve reclamação de outras ninhadas. Será que ele está agindo de má fé visto que a doença é sim transmitida da cadela pro filhote?
ResponderExcluirOi Bruna!
ResponderExcluirSe o criador está agindo de má fé não sei responder.
Mas, a doença NÃO é transmitida da cadela para o filhote, mas sim o ácaro - e isso é perfeitamente normal.
Cuide da imunidade do seu cão!
Ofereça alimento de boa qualidade (preferencialmente AN ou outra alimentação caseira), não faça overdose de vacinas e outros medicamentos desnecessários.
Confie que este problema se resolverá logo!
Abraços!
Olá Camilli, muito obrigada pela resposta! Estou alimentenado ele com a Premier para filhotes. Você acha boa esta ração? Desculpe a ignorância mas o que é AN?
ResponderExcluirEstou muito preocupada, pois ouço dizer que é uma doença que não tem cura, ou seja, o cão ficaria o resto da vida fazendo tratamentos. Pelo que estou lendo e me informando não é bem assim, o ácaro só se manifesta se o cãozinho estiver com a imunidade baixa certo?
Hoje ele foi fazer uma raspagem, e iniciamos o tratamento, ele vai fazer 6 meses de idade, estou tão preocupada.
Bruna!
ResponderExcluirNeste momento, leia estes 02 (dois) posts para entender minha filosofia com relação à alimentação dos frenchies:
1) http://www.blog.villechamonix.com/2010/09/o-blog-responde-camilli-qual-melhor.html
2) http://www.blog.villechamonix.com/2011/01/buldogada-verde-maior-do-brasil.html
Com relação ao tratamento eterno, não se preocupe com essa informação, ela é FALSA. Tenho certeza que em pouco tempo seu bldoguinho estará curado.
Abraços!
Oi Camilli, tenho um jack russel com sarna demodécica. adotei ele nos eua já com o diagnostico de "alergias", tomava antiestaminico e só piorava. Aqui no brasil fiz a raspagem e lá estava o demodex em grande numero. porem os tratamento alopaticos até melhoravam um pouco mas deixavam ele super abatido e logo q acabava o tratamento, voltava a sarna. depois de tentar 5 tratamentos diferentes, acabei por "encontrar" a vet carmen cocca, através da Ana Corina. Ele foi diagnosticado por ela, alem da sarna, com alopatia e disbiose (nunca tinha ouvido falar). Enfim, mudei pra AN, homeopatia e outros produtos naturais e a melhora dele foi mto boa, porém devagar... ele tá cada dia melhor (faz cerca de 1 ano) mas sei lá, nao acredito em cura... qq coisa que eu faço de errado (come uma ração de outro cão, dei banho com shampoo anti pulgas) lá vai a pele responder... tenho ele há 5 anos, ele tem 9 anos. Mas se ele ficar assim como tá, pra melhor, agradeço mto... sem coceiras, sem machucados... hj em dia o pelo dele ta "completo", nascendo um pouco ainda na barriga, mas a pele ainda é avermelhada...
ResponderExcluire sei, da pessoa que me deu ele, que os irmaos dele tb tem isso e ele tem pedigree e tudo :(
e vamo que vamo que essa luta continua!!!
Olá! Ms. Siebert!
ResponderExcluirObrigada por comentar. Que vida difícil do seu Jack. :(
Você sabia que a sarna demodécica quando ocorre em cães adultos, geralmente é secundária à alguma outra doença que diminui a imunidade?
É muitooooo incomum a SD "pura" em adultos.... na verdade, nunca ouvi falar.
Já foi pesquisada a causa de base?
Hipotireoidismo? Scan morfológicos das vísceras? Etc.?
Sou meio "crua" com homeopatia, mas acredito que o diagnóstico adequado seja importante em qualquer linha da medicina.
Beijo grande!
Olá, Dra. Camilli!
ExcluirTenha uma Pinscher de 12 aninhos e ela tem SD, mas já foi diagnosticada com tumores na mamas e precisa de cirurgia. A veterinária quer fazer o quanto antes, mas fico preocupada com a imunidade dela, já que o quadro de SD está bem forte agora. Será que espero um pouco a melhora da SD para submetê-la à cirurgia? ou como essa SD é secundária o dieal é operar ja? Aguardo anciosa uma opinião sua. Desde já, agradecida!
Olá! Nãosou veterinária, minha querida...
ExcluirMas, será que a manifestação da SD nãoé em funçãoda baixa de imunidade provocada pelo próprio câncer?
Quem sabe vc não trabalha a imunidade dela através da dieta, homeopatia e faz a cirurgia em um segundo momento?
Boa sorte!
Bom, acabei de conhecer seu blog e estou louca, maluca com tantas informações. Fico querendo ler tudo e acabo me perdendo. Amo cães, tenho uma Chihuahua de 7 anos e uma femea de bulldog francês com 5. As duas tiveram sarna demodécica qdo mais novas, não simultaneamente como podem pensar as pessoas que tem medo de que passe de um para outro. Qdo minha chihuahua teve eu ainda não tinha a bull. Sou do Rio de Janeiro e graças a Deus caí na mão de uma dermatologista veterinária maravilhosa daqui. Ela só trabalha com dermatologia já há muitos anos e graças a ela o problema não passou da fase inicial em nenhuma das duas. Ela não faz raspagem para o diagnóstico, bastou colocar um durex em cima do local, dar uma pressionada e puxar, bem menos traumático para o animal. Bom, acho que ainda vou aparecer muito por aqui tirando dúvidas e fazendo comentários a medida que for conseguindo ler os posts. Bjos e parabéns pelo seu blog que já estou amando e já não posso viver sem (rsrsrs).
ResponderExcluirAna Luiza.
Oi Ana Luiza! Que bom que gostou do blog!
ResponderExcluirSeja bem vinda e volte sempre! :)
Apenas para esclarecer, a "técnica do durex" é específica para o demodex - se o problema for de etiologia bacteriana ou fúngica, ela não é tão eficaz. Mas, o raspado não é traumático, nem causa stress no animal.
Grande abraço e bom proveito! Leitura não faltará para vc se divertir, né? rs
:)
Olá, tenho uma cadelinha Shih Tzu de quase 4 anos e há exato um ano ela apresentou a demodécica localizada e posteriormente a generalizada. Venho tratando-a desde então, com acompanhamento veterinário, mas sem sucesso! Todos os tratamentos e medicações citadas já foram ministradas nela (banho de triatox, ivermectina, convenia, advocat), inclusive já fez plástica facial para reduzir o acúmulo de umidade na região do focinho, castração e tratamento para leishimaniose, mesmo que seus exames derão negativos para esta doença inúmeras vezes. Então, não sei mais o que fazer e o veterinário me parece que não tem mais alternativas também, ela já foi consultada com uma dermatologista vet, fez hemo imunoterapia e tal, sem sucesso, cada dia que passa ela apresenta novas manchas pelo corpo e por se coçar demais abre feridas, faz bom tempo que não fica sem o cone por conta disso. Já estou cansada, esgotada e falida, sem que minha cachorra melhore pelo menos um mês. Ela está tomando vitaminas e fora isso se alimenta muito bem, reage de forma favorável aos tratamentos sem perder a disposição e apetite, o que me faz continuar tentando tudo que me é apresentado. Gostaria que se houvesse algumas sugestão e/ou interesse em discutir meu caso, entrasse em contato comigo.
ResponderExcluirObrigada, Lohanna.
Oi Iohanna,
ResponderExcluirnão sou veterinária.
Mas, até onde vai o meu conhecimento, a sarna demodécica de manifestação tardia está sempre ligada a um fator exógeno desencadeante da imunodepressão do cão.
É preciso avaliar a possibilidade de doenças da tireóide, discrasias sanguíneas, tumores e MUITAS outras doenças.Por vezes, não é fácil mesmo.
Dê notícias!
Abraços
Boa noite a todos!
ResponderExcluirTenho um French que ganhou no dia de ontem um presente muito desagradável; o diagnostico de sarna otodécica. Meu filhotinho há 8 meses que é super bem tratado com banhos em casa. Mas como chegou aos 13 quilos começou a ficar bem trabalhoso cuidar dele em casa e apelei contra a minha própria vontade aos recursos do PET SHOP. FOI O PIOR ERRO!!! Há 20 dias foi o seu primeiro banho e levei-o novamente após este pedido de pouco mais de duas semanas para o seu segundo banho. Após a nossa saída da loja ele começou a coçar muito a orelha e balançar a cabeça. Ficamos atentos ,mas acreditávamos ser água e resolvi limpar. Percebi que o ouvido estava muito sujo e estranhei absolutamente. Uma cor escura e formato de graozinhos.Acalmou, mas no dia seguinte voltou o tormento para o meu bichinho e nos conduzimos ao Vet. Eis a péssima descoberta. Sarna de ouvido, sendo transmitida por outros caes.Estamos tratando com medicamento duas vezes ao dia e limpeza uma vez É um processo difícil, pq o ouvido fica irritado, visto que , os ácaros mordem e logo se movimentam quando pingamos o remedio...
Em suma, nunca mais entregarei meu precioso saudável e depois ir para casa com ele infectado e aflito. Já esquematizei e preparei as condições necessárias para oferecer todo o cuidado e carinho que ele merece.
ola!! tenho uma bulldog frances de 1 ano e 4 meses, ela começou a apresentou uma pequena falha no pelo aos 4 meses de idades... então levamos ao vet e ele constatou q era um fungo...ai comecamos o tratamento e desde entao ela piorou muito ja foi usado antibioticos, remedios para alergia e o quadro dela era so de piora...entao resolvemos fazer a raspagem e nao deu sarna nas 2 raspagem ...fizemos exame da tireoide e tbm nao apareceu nada...mais mesmo assim a vet acha q é sarna demodecica !!!!ja gastamos tanto e ela so piora hoje ela nao tem mais nenhum pelo na parte de cima so existe pelo nas patas e no peito o resto e sem pelo algum e cheio de bolinhas como se fossem espinhas mais sem puis, ela se cosa muito e faz feridas ....nao sei mais o q fazer para ajuda-la...avet ja me pro-pois de fazermos uma biopsia ...ela como racao a guabi natural super premio!!! o pug do poster estava lindo perto do q ela esta...nao sei mais o q fazer...meu esposo briga muito comigo por causa dela pq nao aguentamos ver ela sofrendo sem melhora...me ajudem..
ResponderExcluirmuito obrigado desde ja...
Viviane siqueira
Tive um cão com este problema e o tratamento indicado por um amigo meu patologista veterinário foi o uso de ivermectina via oral e uso da pomada quadriderme com babosa 3x ao dia, o cão se recuperou 100% e nunca mais voltou a apresentar a sarna.
ResponderExcluirUma cliente curou a sarna negra de seu cão banhando-o com chá da erva Espinheira Santa, várias vezes por semana. Sem enxaguar, apenas secando o cão caso estivesse frio. É um método natural e barato, que não apresenta riscos ao animal. Vale a pena tentar.
ResponderExcluirCamilli,
ResponderExcluirQual foi o tratamento homeopático utilizado?
Animais são muito fáceis de tratar com homeopatia e cromoterapia.
Meu finado english bull teve dermatite nas interdigitais. Me assustei e tratei com alopáticos. Demorou 2 meses pra cicatrizar. Ficou feio a ponto de eu conseguir enxergar os tendões infeccionados.
Na 2a vez, não tive dúvidas tratei com homeopatia (Silicea). No final do dia o edema tinha "supurado". Apliquei cicatrizante de calêndula tópico. Resultado: 2 semanas cicatrizado e sem cicatriz alguma!
Não sei mesmo, Makoto! Mas, concordo com vc, os resultados são excelentes. Abraços!
ExcluirBoa tarde.
ResponderExcluirTenho uma frenchie de 8 meses, ela foi diagnosticada por exame de raspagem com sarna demodéxica, soubemos pelo facebook que um irmão da mesma ninhada também está com a sarna. Ela tem sarna localizada bem em cima da cabeça e na parte traseira.
Ela tomou Mectimax (ivermectina) por 2 meses e melhorou bem, aí eu tentei parar com o remédio, e a sarna voltou novamente.
No momento ela está entrando no cio, o que parece que piorou as coisas.
Voltei a dar o remédio, e para ver se a imunidade dela melhorava, mudei a dieta de ração ( hills filhote) para arroz integral cozido com batata doce, mandioquinha e cenoura, suplementando também com 500mg de omega 3 por dia, + meio copo de iogurte+ organnact em pó.
Nos primeiros 2 dias dessa alimentação feita em casa estava tudo ótimo, mas agora ela começou a fazer coco bem mole, quase diarréia.
Alguma dessas coisas que eu estou dando pode estar soltando o intestino dela?
Obrigado
DANIEL
Daniel, sugiro entrar em contato com a Dra. Sylvia Angélico (contato@cachorroverde.com.br) para uma consultoria, mesmo que à distância, sobre a dieta. Lembre-se que cães são carnívoros e não herbívoros. Não gosto da dieta do seu cão. Abraços!
ExcluirOlá,
ResponderExcluirtenho um pug, deixei ele falar com um cachorro com sarna demodecica. Meu cão é muito atirado, brincalhao e carinhoso, parece um filhote... mas quando viu o xarpei com sarna demodécica ficou inerte, com medo, parado. A dona do xarpei incentivou-o a vir cheirar o meu cão, e só depois de muito tempo meu cão abanou o rabinho. Falou um pouco com o xarpei, tocou o focinho, e eu perguntei o porque do xarpei ser careca. A dona, com uma cerca arrogância, respondeu: "é sarna demodécica... (seu imbecil)."
Estou com medo do meu cão estar contaminado. Qual é a probabilidade? Ele acaba de sair de um quadro de doença do carrapato, imunodeficiente. Gostaria de saber se, caso ele tenha adquirido o ácaro, mas nao desenvolva a doença, isso acarretará alguma consequência para a saúde dele, p.ex., encurtar seu tempo de vida porque durante toda sua vida seu sistema imunológico será mais ativo do que o de um cão sem ácaro.
Por favor, estou desesperado!
Sarna demodécica não é contagiosa.
ExcluirSomente a sarna sarcóptica é contagiosa.
:)
nossa!!!me espantei com tanta besteira publicada num lugar só...Butox para tratar demodecica...aplicação de Quadriderm (que tem cortisona)...espero sinceramente que nenhum veterinário tenha indicado esse tipo de tratamento, senão é para sentar e chorar....
ResponderExcluirMeu Deus! vc tem que ler mas.............
ExcluirObrigada adorei conhecer Sensacional , vou usar todas as dicas, abraços Angelucia
ResponderExcluirObrigada
ResponderExcluirBom dia, Camilli
ResponderExcluirAdoro seu Blog ...é muito interessante. Tenho uma Pinscher zero esta com 09 meses..lindaaa..chama Thuquinha...ela começou a apresentar a Sarna, então tratei com xampus e sabonetes apropriados..depois que ela entrou no cio, aí piorou..apresenta agora o quadro nitido de sarna demodecia ( fiz o exame de raspagem) ja foi tratado com Dexium, Cetaconalzol, agora a veterinaria esta querendo e indicar o Ivomec, tenho muito medo desse remedio..o que fazer?? esta me preocupando d+++, ja fui em varios veterianrios e todos indicam o ivomec, ningu´me me indicou o tratamento homeopatico. O quadro dla esta igual o do puguito....Me ajude.
Obrigada
Aline Martins
aline.martins28@hotmail.com
Minas Gerais /Contagem