O Renato chegou até nós em março do ano passado, conforme eu contei nesta postagem.
E, a vivência com ele me ensinou muitas coisas, por isso resolvi contar a sua história.
Antes de adotá-lo, foi meu encargo de filha cinófila entrar em contato com instituições/pessoas e pus-me a fazê-lo, até que meu pai pudesse ser agraciado com um cão.
Do dia para noite, minha caixa de e-mails lotou, meu telefone não parava de tocar, havia fotos de cães para todos os lados, todos lindos, maravilhosos, resplendendo predicados. "Bom com crianças, carinhoso, meigo, sociável, tranquilo, dócil, brincalhão, obediente..."
E, a vivência com ele me ensinou muitas coisas, por isso resolvi contar a sua história.
Antes de adotá-lo, foi meu encargo de filha cinófila entrar em contato com instituições/pessoas e pus-me a fazê-lo, até que meu pai pudesse ser agraciado com um cão.
Do dia para noite, minha caixa de e-mails lotou, meu telefone não parava de tocar, havia fotos de cães para todos os lados, todos lindos, maravilhosos, resplendendo predicados. "Bom com crianças, carinhoso, meigo, sociável, tranquilo, dócil, brincalhão, obediente..."









